No Brasil ainda encontramos vestígios de um passado não tão distante assim... Onde a mulher era vista como "a rainha do lar" e que usa única obrigação era cuidar de seus filhos, marido e da casa, deixando de lado suas vontades e sonhos. Pois o homem como provedor social dos bens cabia a ele o trabalho e esforços de trazer o pão de cada dia para casa desta forma a mulher ficava submissa ao marido e não tinha voz , era privada da vida social e de usufruir dos bens econômicos que o esposo trazia para casa.
Na Grécia antiga era parte da cultura social a submissão da mulher, "Xenofonte, no Econômico, apresenta o que se configuraria como a educação clássica da mulher: ver o mínimo, ouvir o mínimo, falar o mínimo. Isso significa a anulação de qualquer demanda existencial da mulher perante os desmandos do marido. Já no mundo grego havia a condenação moral às mulheres que falam demais ou bisbilhotam a vida alheia ao invés de cuidarem da urgência do lar. Para Xenofonte, o modelo de mulher é a dita “Mulher-Abelha” (Melissa), a mulher submissa, que fica dentro da colmeia, isto é, cuidando da casa. A abelha-rainha/boa esposa apenas reina no espaço privado da casa." (Nunes, 2016, p.17)
A cultura patriarca é um sistema social em que homens adultos mantêm o poder primário e predominam em funções de liderança política, autoridade moral, privilégio social e controle das propriedades. No domínio da família, o pai (ou figura paterna) mantém a autoridade sobre as mulheres e as crianças. ( fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Patriarcado )
Mas hoje na sociedade contemporâneo a mulher ganhou voz e vem lutando pela igualdade salarial, por melhores condições de trabalho, pela dependência financeira frente a vida familiar, pelo respeito ao seu corpo e sua liberdade individual, com isso a mulher tem ganhado o papel principal mesmo diante da cultura machista que ainda persiste em nossa sociedade.
São grandes os desafios a serem enfrentados, mais com estudo e qualificação profissional as mulheres tem chegado a lugares até então dominados pelos homens na política, no judiciário, no executivo, mostrando que não pode ser esquecido os direitos já adquiridos pelas mulheres a luta ainda continua mas as conquistas e reafirmação da mulher na sociedade não podem ser retirados, pelo contrário tem ganhado força e voz e quebrando barreiras ate então impostas num tempo que não voltará mais.
São grandes os desafios a serem enfrentados, mais com estudo e qualificação profissional as mulheres tem chegado a lugares até então dominados pelos homens na política, no judiciário, no executivo, mostrando que não pode ser esquecido os direitos já adquiridos pelas mulheres a luta ainda continua mas as conquistas e reafirmação da mulher na sociedade não podem ser retirados, pelo contrário tem ganhado força e voz e quebrando barreiras ate então impostas num tempo que não voltará mais.
leia na integra esta reportagem tão atual: http://filosofia.uol.com.br/naturalizacao-do-machismo/


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